quarta-feira, março 14, 2012

DES(APEGO)PEDIDA

E chega um determinado momento na vida das pessoas que a despedida é necessária, a todo o momento somos acometidos pela passagem da despedida, o até logo, até breve, até um dia, ou o simples “a gente se vê por ai”.

O que mais me preocupa não é a despedida, é o desapego, esse sim é cruel e dói muito mais. A despedida é o momento, ali, na hora, naquele exato momento, mas o desapego é aquele que fica, que demora a sair e muitas vezes faz corpo mole para ir embora.

O desapego acontece aos poucos, de mansinho. É como uma agulha de soro que entra em seu corpo sem pedir licença e dilacera aquele lugar, perfura a pele e se aloja no lugar mais íntimo do seu ser, suas veias. Ali, justamente ali onde corre aquilo que te sustenta, aquilo que te mantém vivo. O desapego vai direto no seu sangue, liquido vermelho que carrega seu ser, suas marcas, seus códigos.

O desapego deveria se chamar de renovação sanguínea, afinal, você retira aquilo que é seu para colocar algo novo ali e trazer a renovação. Ai vem a dúvida, essa renovação de plaquetas irá fazer bem ao meu organismo?
Não sei se fará bem, só sei que é mais um passo para o desapego, que dói não vou mentir, mas é necessário!

Um comentário:

GUGA FERNANDES disse...

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